Edílson Capetinha no BBB? Saiba situação financeira do ex-jogador e fortuna

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Instagram/edilsonjogador

O ex-jogador Edílson Capetinha deverá participar do grupo Camarote do BBB 26, programa que estreia no dia 12. A informação foi divulgada pelo perfil Realitys Comentei, na rede social X, e aponta o baiano será um dos nomes do time de famosos da nova edição do reality show da TV Globo.

Aos 55 anos, Edílson teve passagens por clubes como Corinthians, Cruzeiro, Flamengo e Palmeiras. Ele acumulou títulos importantes, incluindo a Copa do Mundo de 2002 com a Seleção Brasileira, momento mais emblemático de sua trajetória.

Conhecido pelo estilo irreverente, o ex-atacante sempre chamou atenção dentro e fora de campo. Após se aposentar em 2007, retornou brevemente aos gramados pelo Bahia, em 2010, e depois pelo Taboão da Serra, em 2016, antes de encerrar a carreira de vez.

Fora dos campos, Edílson construiu espaço na mídia esportiva como comentarista dos programas Donos da Bola e Jogo Aberto, da Band, além de ter participado do Dança dos Famosos, em 2013. Agora, se confirmado no BBB 26, ele passará a integrar o elenco que mistura famosos do Camarote, veteranos do reality e participantes anônimos do grupo Pipoca.

Edílson Capetinha: patrimônio, dinheiro e dívidas

Apesar do status de ídolo conquistado dentro de campo, a trajetória financeira de Edílson Capetinha no pós-aposentadoria é marcada por instabilidade, disputas judiciais e um patrimônio cercado por restrições. As informações mais recentes, reveladas em agosto de 2025 pela jornalista Fábia Oliveira, do site Metrópoles, mostram que o ex-jogador segue no centro de um imbróglio judicial de grandes proporções, especialmente relacionado ao não pagamento de pensão alimentícia.

Atualmente, Edílson é alvo de uma ação de execução que cobra valores atrasados referentes ao período entre março de 2013 e fevereiro de 2020. O processo, que já se arrasta há anos, teve novos avanços no ano passado. A Justiça determinou a restrição de circulação e a penhora de veículos registrados em nome do ex-atleta, incluindo uma Dodge e uma Mercedes-Benz, além da possibilidade de bloqueio de imóveis. Também foi solicitada uma análise detalhada dos autos por uma contadoria judicial, já que ao longo do tempo houve pagamentos parciais, o que torna necessário um cálculo preciso do valor total devido.

Fontes ouvidas pela coluna indicaram que a dívida de pensão, relacionada à filha ainda menor de idade, já ultrapassava R$ 2 milhões. A definição exata desse montante será decisiva para que o Judiciário estabeleça o alcance das penhoras sobre os bens de Capetinha. Em decisões anteriores, inclusive, emissoras de televisão chegaram a ser oficiadas para que eventuais salários do ex-jogador fossem penhorados, mas os pedidos não teriam sido respondidos.

Esse cenário se soma a um histórico financeiro conturbado. Reportagens publicadas em 2019 apontavam que Edílson possuía um patrimônio avaliado em cerca de R$ 56 milhões, composto majoritariamente por imóveis localizados em Salvador, na Bahia. Casas, apartamentos e terrenos chegaram a ser bloqueados pela Justiça em função de dívidas trabalhistas e de pensão alimentícia. Na prática, tratava-se de um espólio expressivo no papel, mas com baixa liquidez e severamente limitado por decisões judiciais.

Ao longo da última década, Edílson também foi alvo de mandados de prisão por atraso no pagamento de pensão alimentícia. Há registros de detenções e ordens judiciais em 2014, 2026 e 2017, incluindo um episódio em Brasília, quando a dívida ultrapassava R$ 430 mil, relacionada ao não cumprimento reiterado das obrigações com um dos filhos.

Além das questões financeiras, o ex-jogador teve o nome envolvido em outro episódio fora dos gramados. Em 2015, foi citado na Operação Desventura, investigação da Polícia Federal sobre fraudes em prêmios da loteria, que envolvia decisões judiciais suspeitas e a retirada de valores por meio de bilhetes falsificados. Edílson sempre negou qualquer participação no esquema e, em 2019, afirmou ter sido absolvido pela Justiça.

No campo profissional, a falta de estabilidade também marcou os últimos anos. Contratado pela Band em 2019 como comentarista, Edílson não teve o vínculo renovado ao fim de 2021. Em seguida, passou pela RedeTV!, onde permaneceu apenas entre 2022 e 2023. Atualmente, sem contrato fixo com emissoras de TV, ele busca alternativas de renda participando de eventos e palestras, atuando como embaixador de marcas, influenciador digital e à frente da própria empresa, a ED Dez Eventos.

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News Correspondent