Julio Casares já sofreu impeachment no São Paulo?

Equipe do SN
Samir Mello
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O São Paulo ganhou um leve respiro do tumultuado clima nos bastidores após a vitória por 1 a 0 sobre o São Bernardo pela 2ª rodada do Paulistão. Esse respiro, no entanto, foi rápido. Nesta sexta-feira (16/01), o torcedor tricolor já retorna suas atenções para o extra-campo com o futuro político do clube em jogo. 

A partir das 18h30, haverá votação para o possível impeachment do presidente Julio Casares, em reunião do Conselho Deliberativo no Morumbi. 

A votação será em esquema híbrido, ou seja, os conselheiros poderão votar tanto presencialmente quanto virtualmente para decidir pela saída ou não de Casares.

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Como funciona o processo? O AllSportsPeople explica a seguir.

Como funciona votação que define possível impeachment de Casares?

São necessários 170 votos para que Julio Casares sofra o impeachment. Atualmente, são 255 conselheiros, com 254 aptos a votar. A votação é secreta. 

Caso a votação a favor do impeachment fique abaixo de 170, Julio Casares continua no cargo até o fim do ano, quando acontecem novas eleições para o cargo de presidente do São Paulo.

Caso o impeachment seja aprovado, Olton Ayres, presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, convocará uma Assembleia Geral em até 30 dias.

Nesse período, Casares ficaria afastado e Harry Massis Junior, atual vice-presidente, assumiria o cargo até que os sócios, na votação convocada por Ayres, também votassem.

Nessa Assembleia Geral, basta maioria simples para definir o impeachment e afastar Casares definitivamente do cargo. Nesse caso, Harry Massis Junior seria o presidente até o fim de 2026, quando acontecem as novas eleições.

Na Assembleia Geral, em caso de a maioria não votar pelo impeachment, Casares seria reconduzido ao cargo até o fim de 2206.

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